Carlos, O Chacal

A realidade e a ficção

Escrito por Renan Zaguini

Protagonista da obra recebe carta do verdadeiro Chacal

Neste domingo(24) vai ao ar, à 01h45, mais um episódio de CARLOS, O CHACAL na SEQUÊNCIA MÁXIMA, que retrata a vida do famoso ativista pró-libertação da Palestina, que se tornou um dos terroristas mais procurados do mundo.

Na trama, quem dá vida ao ativista é o ator venezuelano Edgar Ramírez. E por carregar o papel com competência ele recebeu uma carta do verdadeiro Ilich Ramírez Sánchez, o real “Carlos, o Chacal”.

A carta foi enviada da prisão parisiense onde Carlos, na ocasião com 60 anos, cumpria usa pena prisão perpétua desde 1997. No manuscrito consta uma crítica à minissérie e uma dica do prisioneiro para o ator do elenco: “Não se venda a propaganda contrarrevolucionária, não deixe que a glória efêmera Hollywoodiana o seduza” dizia um trecho da correspondência divulgado à imprensa.

Na carta, “Carlos” criticou o roteiro do filme. Após algum tempo, o ator Edgar Ramírez anunciou que não responderia a carta, mas não especificou por quê. O conteúdo completo da correspondência segue desconhecido.

A quarta parte da minissérie CARLOS: O CHACAL vai ao ar neste domingo(25), à 01h45, na SEQUÊNCIA MÁXIMA.  Confira a sinopse.

Parte 4

Com os Ministros do petróleo dos países da OPEP sequestrados, Carlos, seu grupo (e os reféns) não conseguem asilo nos países da Argélia, Tunísia e Líbia, e também são incapazes de voar para o Iraque porque o avião que foi solicitado, um DC-9, não tem capacidade de vôo dos quilômetros necessários. Quando finalmente libera os ministros no aeroporto de Argel, em troca de um enorme resgate, ele falha na missão que Haddad havia lhe dado. Isto marca o fim das relações entre os dois homens.

 

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